Timbre

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ
 

 

PLANO DE TRABALHO SIMPLIFICADO

 

1. TIPO DE PROJETO

( x ) Ensino                             

(    ) Pesquisa                             

(    ) Extensão                               

(    ) Desenvolvimento Institucional      

(    ) Desenvolvimento Científico e Tecnológico         

(    ) Fomento à Inovação

 

 

ANEXO 1 – DADOS CADASTRAIS

 

 

1. DADOS CADASTRAIS DO PROPONENTE

1.1 Órgão/Entidade Proponente:

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ

1.2 CNPJ: 07272636/0001-31

1.3 Endereço:RUA ALEXANDRE BARAÚNA 1115

1.4 Cidade:FORTALEZA

1.5 UF:CE

1.6 CEP:60430160

1.7 Esfera Administrativa: PÚBLICA FEDERAL

1.8 DDD: 85

1.9 Telefone: 33668451

1.10 Fax: 33668450

1.11 E-mail:anakelve@hotmail.com

1.12 Nº UG (Unidade Gestora):

1.13 Gestão (número):

1.14 Conta Corrente:

1.15 Banco:

1.16 Agência:

1.17 Praça de Pagamento:

1.18 Nome do Responsável: 

1.19 CPF: xxx.xxx.xxx-xx

1.20 RG/Órgão Expedidor: 

1.21 Cargo: 

1.22 Função:  

1.23 SIAPE: 

1.24 Endereço: 

1.25 CEP: xx.xxx-xxx

 

1.26 Nome do Coordenador do Projeto: Ana Kelve de Castro Damasceno

1.27 CPF:71653783320

1.28 Unidade/Departamento:ENFERMAGEM

1.29 SIAPE: 2493426

1.30 E-mail: anakelve@hotmail.com

1.31 Telefone Fixo: (85) 33668197

1.32 Telefone Celular:(85)985628563

 

1.33 Nome do Fiscal do Convênio/Contrato: Maira Di Ciero Miranda

1.34 CPF: 37873849368

1.35 Unidade/Departamento:Enfermagem

1.36 SIAPE: 1166208

1.37 E-mail: mairadi@bol.com.br

1.38 Telefone Fixo: (85) 33668450

1.39 Telefone Celular: (85) 988833342

 

1.40 Nome do Suplente do Fiscal do Convênio/Contrato: Stephannie Lynne Torres Costa Ramos

1.41 CPF: 11921606738

1.42 Unidade/Departamento:Enfermagem

1.43 SIAPE: 1941404

1.44 E-mail: stecosta.enf@gmail.com

1.45 Telefone Fixo: (85) 33668450

1.46 Telefone Celular: (85) 981262230

 

2. OUTROS PARTÍCIPES

2.1 Tipo:   (   ) Público     (   ) Privado

2.2 Nome/Razão Social: 

2.3 CNPJ/CPF: 

2.4 Esfera Administrativa:

2.5 Endereço: 

 2.6 CEP: 

2.7 Cidade:

2.8 UF: 

2.9 Telefone: 

2.10 Fax: 

2.11 Nome do Representante Legal:  

2.12 CPF: 

2.13 RG/Órgão Expedidor/Emissão:

2.14 Cargo:

* Se necessário, copie e cole o quadro acima para outros partícipes. Se não for o caso, apague esta informação.

 

 

ANEXO 2 – ELABORAÇÃO DO PROJETO

 

 

1. DESCRIÇÃO DO PROJETO

1.2.1 Título do Projeto

1.2 Período de Execução

III da Turma do  Curso de Especialização em Enfermagem Obstétrica Rede Cegonha.

1.2.1 Início:

13/04/2020

1.2.2 Término:  31/05/2022

1.3 Identificação do Objeto:

Progressos consideráveis nas condições de saúde materno-infantil compõem uma nova realidade sanitária brasileira, especialmente considerando-se os resultados positivos das últimas décadas. No entanto, persistem grandes desafios para se proporcionar condições seguras ao nascimento no país (REIS, 2011 et al). A redução da mortalidade materna e neonatal no Brasil é um desafio prioritário para os serviços de saúde e para a sociedade como um todo, uma vez que a maioria dessas mortes são consideradas evitáveis através do acesso em tempo oportuno a serviços qualificados de saúde (BRASIL, 2009).

            Estimam-se anualmente três milhões de nascimentos ao ano no país, dentre os quais falecem cerca de 11 em cada 1000 crianças no período neonatal e 77 mulheres em cada 100 mil nascidos vivos, dados do ano de 2006 (BRASIL, 2011).

Diante deste contexto, em 2008, o Ministério da Saúde (MS) lançou a Campanha Incentivo ao Parto Normal, pois a cesariana representava 43% dos tipos de parto realizados no Brasil nos setores público e privado. Nos planos de saúde, esse percentual chegava a 80% e SUS 26%. E de acordo com a recomendação da Organização Mundial da Saúde, as cirurgias deveriam corresponder a, no máximo, 15% dos partos (BRASIL, 2008).

Apesar do incentivo ao parto normal, atualmente esse dados tiveram uma piora, o percentual de partos cesáreos chega a 84% na saúde suplementar. Na rede pública este número é menor, de cerca de 40% dos partos. A cesariana, quando não tem indicação médica, ocasiona riscos desnecessários à saúde da mulher e do bebê: aumenta em 120 vezes a probabilidade de problemas respiratórios para o recém-nascido e triplica o risco de morte da mãe. Cerca de 25% dos óbitos neonatais e 16% dos óbitos infantis no Brasil estão relacionados a prematuridade (BRASIL, 2015). A maior parte dos óbitos neonatais ocorre no período neonatal precoce (0-6 dias), cerca de 40% no primeiro dia, e um número significativo acontece ainda nas primeiras horas de vida, evidenciando a estreita relação entre os óbitos infantis e a assistência de saúde em maternidades (OPAS, 2009). Assim, o momento do parto é considerado crítico para a sobrevida e qualidade de vida da mãe e da criança.

            Em relação às mulheres, cerca de 65% dos óbitos maternos ocorrem no momento do parto e a hipertensão arterial, complicações hemorrágicas e infecção são seus determinantes principais (BRASIL, 2009). Desta forma a garantia do cuidado por níveis de atenção e o seu acesso oportuno a partir de uma classificação de risco gestacional adequada, de um sistema de referenciamento e transporte da gestante e da criança efetivos são estratégias fundamentais para a busca de redução da morbidade e mortalidade materna e neonatal, com repercussões diretas na qualidade de vida dos primeiros 24 meses da criança.

            Em meados da década de 90, o modelo brasileiro de assistência médica ao parto começou a receber intensas críticas por movimentos de saúde, principalmente pelos elevados índices de cesáreas realizadas por ano no país (CARNEIRO, 2013). Assim, vem ganhando força discussões voltadas à implantação de modelos de atenção que privilegiem condutas reconhecidamente benéficas no processo de parto e nascimento, considerando a perspectiva da vivência da gestação, do trabalho de parto, parto e nascimento como experiências positivas e enriquecedoras para as mulheres e suas famílias e aliando-a a qualidade da assistência prestada a esses usuários e aos recém-nascidos.

            Ganhou força então a proposta de se qualificar a assistência ao parto, visando a diminuição de mortes maternas, com redução do número de cesáreas, tendo como estratégia a inserção de enfermeiros obstétricos, para o estímulo ao parto vaginal (CAMACHO e PROGIANTI, 2013). Assim, ao longo dos anos, desenvolve-se uma prática com foco na desmedicalização do nascimento e investimento nas tecnologias não invasivas de cuidado, tendo a mulher usuária o direito à escolha de como será seu parto, preservando-se a identidade do ser (QUITETE et al, 2013).

            Esse deslocamento de foco implica, substancialmente, na mudança da lógica e do processo assistencial, que sofre influência do modelo organizacional, dos desenhos da missão institucional, do envolvimento e compromisso dos gestores às políticas públicas, além da formação e capacitação dos profissionais, entre eles a Enfermagem, em particular, o incentivo a formação de enfermeiros obstetras.

            Em relação ao parto e nascimento, algumas medidas têm sido consideradas importantes para a melhoria da assistência. Uma delas refere-se à incorporação da enfermeira obstétrica nas equipes assistenciais de hospitais/maternidades e/ou nos Centros de Partos Normais (CPN), como um passo importante para a construção do modelo colaborativo, em consonância com a política da humanização.

            A formação dessa profissional está alicerçada na Lei nº 7.498, que regulamenta o exercício da enfermagem no país. Estabelece no artigo 9º a exigência da qualificação como especialista em enfermagem obstétrica para as atividades específicas de prestação de assistência à parturiente e ao parto normal; identificação de distócias obstétricas e tomada de providências até a chegada do médico; realização de episiotomia e episiorrafia, com aplicação de anestesia local, quando necessária (BRASIL, 1986).

            Assim, reitera-se a importância da formação de enfermeiras obstétricas para atuarem nos CPNs e, também em hospitais/maternidades, com base na humanização e nas evidências científicas atuais, considerando os preceitos éticos e legais da profissão, bem como a implementação de políticas públicas e a qualificação da atenção obstétrica e neonatal, no país.

 

1.4 Objetivo:

 Geral

Formar Enfermeiros Obstetras, com perfil humanístico e ético, capazes de atuar como colaboradores na mudança de modelo de atenção ao parto e nascimento, contribuindo para a melhoria dos indicadores perinatais.

Objetivos Específicos

Qualificar enfermeiras (os) que já atuem em serviços aderidos à estratégia Rede Cegonha, por meio da formação em nível de especialização em enfermagem obstétrica.

Desenvolver conhecimentos técnico-científicos, habilidades e atitudes da (o) Enfermeira (o) Obstétrica para a assistência ao parto e nascimento, em Centros de Parto Normal e Hospitais/Maternidades.

Instrumentalizar enfermeiras (os) obstétricas (os) para assistência no processo de parto e nascimento, considerando os preceitos éticos e legais da profissão e a implementação da Rede Cegonha, com enfoque nas Boas Práticas ao parto e nascimento, centrada no bem-estar da mulher, recém-nascido e família.

1.5 Justificativa do Projeto:

A realidade no Brasil, com índices de cesáreas maiores do que o recomendado pela OMS – Organização Mundial de Saúde vem apontando para a necessidade de um novo modelo, que trate o processo do parto e nascimento dentro do contexto social, cultural, humano e de gênero, respeitando a mulher e a fisiologia do parto. O profissional da saúde precisa acolher a gestante, buscando compreender os múltiplos significados de sua gestação, e o enfermeiro, pela natureza da sua formação pautada no cuidar, é um profissional com potencialidade para atuar neste processo.

A partir do final da década de 1990, o Ministério da Saúde estabeleceu normas para a criação de cursos de Especialização em Enfermagem Obstétrica e financiou 55 cursos desta especialidade em todo o Brasil, capacitando 854 profissionais. A partir de 1999, o Ministério da Saúde, Escolas de Enfermagem, Instituições de Saúde e a Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras (ABENFO), se empenharam na formação de enfermeiras obstétricas para atender esta demanda. Este fato foi importante para o resgate, formação e inserção da enfermeira obstétrica, com vislumbre de múltiplas possibilidades, especialmente de sistematização e consolidação da sua atuação na atenção ao parto e nascimento.

Desse modo, a formação de enfermeiros obstetras, para a assistência à mulher no período grávidico puerperal e ao recém nascido no período neonatal, tem sido foco de políticas governamentais nos últimos anos, buscando retratar a experiência de países industrializados, onde as parteiras profissionais são as provedoras da atenção primária à saúde de mulheres saudáveis durante o parto. Com a criação da Estratégia Rede Cegonha em 2011, o Ministério da Saúde, novamente, incentiva a formação destes profissionais.

A Rede Cegonha é uma iniciativa do Ministério da Saúde para atuar na saúde da mulher com destaque para o ciclo gravídico puerperal, se estabelecendo como mais um marco para a atenção obstétrica, depois de outras iniciativas como o Programa de Humanização do Parto e Nascimento, e o Pacto pela Redução da Mortalidade Materna e Neonatal. Neste contexto está previsto para o componente parto e nascimento a criação de Centros de Parto Normal nas maternidades, onde os enfermeiros obstetras atuam na atenção ao parto e nascimento de risco habitual. Interferindo na mudança de modelo de atenção obstétrica do Brasil. (BRASIL, 2011)

Os índices de cesáreas brasileiros são muito altos, o Brasil é o campeão mundial de cesárea, chegando a 55% dos partos realizados em várias regiões do Brasil;e em alarmantes 84,6% nos serviços privados de saúde. No sistema público, a taxa é de 40%, consideravelmente menor, mas ainda elevada, enquanto a OMS (Organização Mundial de Saúde), recomenda uma taxa de 15%, o que apontapara a necessidade de um novo modelo, que trate o processo do parto e nascimento dentro do contexto social, cultural, humano e de gênero, respeitando a mulher e a fisiologia do parto.

Em 2012 a implementação da Rede Cegonha nos estados, foram deflagrados os processos para o credenciamento dos Centros de Parto Normal – CPN, Estas unidades devem primar pela atenção humanizada ao parto e nascimento, considerando o parto como experiência pessoal, cultural, sexual e familiar, fortalecendo o protagonismo e autonomia da mulher, com sua participação nas decisões referentes às condutas; proteção contra abuso, violência ou negligência; reconhecimento dos direitos fundamentais de mulheres e crianças, com a adoção de tecnologias apropriadas e de práticas baseadas em evidências científicas, o que inclui a escolha do local do parto, a liberdade de movimentação e de posições durante o trabalho de parto e parto, o direito a acompanhante de livre escolha e à preservação da sua integridade corporal, ou seja, na utilização das melhores boas práticas possíveis relacionadas ao parto e nascimento.

Para a mudança de modelo obstétrico no Brasil, incluindo a inserção do enfermeiro obstetras na atenção ao parto e nascimento, se considerarmos as recomendações internacionais, temos um déficit de aproximadamente de 40.000 enfermeiros especialistas.

Para tanto, os Cursos de Especialização em Enfermagem Obstétrica (CEEO) colocam-se como instrumento essencial para a formação de enfermeiros que respondam, na qualidade desejada e exigida, às necessidades assistenciais da mulher no período grávido-puerperal e do recém-nascido de risco habitual.

Concernente o Departamento de Enfermagem da UFC encontra-se como local que sedia o CEEO II, ressalta-se que a Instituição mencionada vem desenvolvendo essa modalidade de especialização desde o ano de 2014 quando a UFMG coordenava o CEEO no Brasil. O DENF/UFC assim tem experiência há 4 anos tendo especializado 19 enfermeiras obstétricas na primeira turma e encontra-se em vias de finalizar o segundo curso com 27 especializandas em andamento, sem mencionar as turmas que foram formadas na década de 90 em cursos ofertados ao público de enfermeiros de um modo geral.

1.6 Resultados Esperados (descrever sucintamente):

 

Formação de 15 Enfermeiros Obstetras que irão melhorar os indicadores de morbidade e mortalidade materna e neonatal nos municípios cearenses.

 

 

1.7 Valor Total: R$ 294.052,80

*Obs.: jamais iniciar a execução antes da aprovação final do instrumento.

 

 

ANEXO 3 – CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO

 

 

1. EXECUÇÃO (Meta, Etapa, Especificação, Indicador Físico e Período de Execução)

1.1 Meta

1.2 Etapa/Fase

1.3 Especificação

1.4 Indicador Físico

1.5 Período de Execução

 

 

 

1.4.1 Unid. Medida

1.4.2 Qtde

1.5.1 Início

 

1.5.2 Término

 

1- Realizar as disciplinas do 1º semestre

 

-Ministrar os conteúdos teóricos e Práticos

 

 

 

 

-Capacitação Pedagógica (CP)

 

Percurso Metodológico  Relato de experiências educativas, estudo clínicos, apresentação de métodos e técnicas de ensino, apresentação de intervenção educativa e resumos. Aulas expositivas dialogadas; Rodas de conversa; Discussão de casos clínicos; Prática simulada; Práticas de pré-natal e de assistência a saúde da mulher na atenção básica;

hora-aula-(CP)

 

 

16h

11/09/2020

12/09/2020

-Enfermagem Obstétrica I (EOI)

 

 

 

hora-aula (EOI)

 

 

32h-teórico

96h- prático

 

 

25/11/2020

04/01/2021

 

 10/10/2020

28/02/2021

-Enfermagem Saúde da Mulher (SM)

 

hora-aula

(SM)

 

32h-teórico

32h- prático

 

23/10/2020

04/01/2021

07/11/2020

28/02/2021

-Enfermagem Neonatal I (NEOI)

 

hora-aula

(NEOI)

 

32h-teórico

16h- prático

 

20/11/2020

01/03/2021

05/12/2020

01/05/2021

-Metodologia da Pesquisa I (MP I)

hora-aula

(MPI)

 

16h-teórico

 

18/12/2020

 

19/12/2020

 

2- Realizar as disciplinas do 2º semestre

 

-Ministrar os conteúdos teóricos e Práticos

 

Práticas Obstétricas Baseadas em

Evidências Científicas (POBEC)

Percurso Metodológico  Relato de experiências educativas, estudo clínicos, apresentação de métodos e técnicas de ensino, apresentação de intervenção educativa e resumos. Aulas expositivas dialogadas; Rodas de conversa; Discussão de casos clínicos; Prática simulada; Práticas de pré-natal e de assistência a saúde da mulher na atenção básica;

hora-aula-(POBEC)

 

32h- teórico

48h-prático

 

08/01/2021

02/05/2021

23/01/2021

04/06/2021

Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

 

 

hora-aula (TCC)

 

 

32h- teórico

 

16/07/2021

31/07/2021

Enfermagem Neonatal II(NEOII)

hora-aula

(NEOII)

32h-teórico

32h- prático

 

13/08/2021

10/09/2021

28/08/2021

25/09/2021

Enfermagem Obstétrica II (EOII)

hora-aula

(EOII)

32h- teórico

192h- prático

 

 

01/10/2021

01/03/2021

09/10/2021

31/05/2022

Gerência do Cuidado de Enfermagem (GCE)

hora-aula

(GCE)

16h-teórico

 

08/10/2021

31/05/2022

Estudo Individual ou de Grupo (EI/G)

Hora-aula

(EI/G)

32h-teórico

 

15/10/2021

31/05/2022

 

ANEXO 4 – PLANO DE APLICAÇÃO

 

 

1. PLANO DE APLICAÇÃO (em R$)

ORÇAMENTO - ESPECIALIZAÇÃO EM ENFERMAGEM OBSTÉTRICA - CEEO III
DESPESAS
DESCRIÇÃO DAS DESPESAS UNIDADE QUANTIDADE  VALOR UNITARIO   VALOR TOTAL 
 
1.SERVIÇOS DE TERCEIRO PESSOA FÍSICA
Profa. Ana Kelve de Castro Damasceno - Coordenação 1 15         2.000,00            30.000,00
Vice-Coordenação 1 15         1.400,00            21.000,00
Hora Aula Teórica  1 288            110,00            31.680,00
Hora Aula Prática 5 416              57,25          119.080,00
Orinetação TCC 1 15            300,00              4.500,00
Estágiario 1 15            550,00              8.250,00
Sub Total           214.510,00
Encargos (INSS PATRONAL)                  42.902,00
Total                257.412,00
 
TOTAL 1                257.412,00
 
2 SERVIÇOS DE TERCEIROS PESSOA JURIDICA 
Serviços Gráficos Verba 1         1.500,00              1.500,00
TOTAL 2                    1.500,00
         
3. MATERIAL DE CONSUMO        
Material de Escritório  Verba 1         3.000,00              3.000,00
Material de Informática Verba 1         1.200,00              1.200,00
Material de Laboratório Verba 1         6.940,80              6.940,80
TOTAL 3                  11.140,80
         
4. MATERIAL PERMANENTE        
                              -  
TOTAL 4                             -  
         
5. OUTRAS DESPESAS
5.1 PASSAGENS
Passagem nacional 3 2         1.500,00              9.000,00
                              -  
Total                    9.000,00
         
5.2 ADIANTAMENTO DE VIAGENS
Diárias Nacional                             -  
Diárias Intermunicipais                             -  
Total                             -  
         
5.3 CUSTEIO COM LOGISTICA
                              -  
Total                             -  
         
TOTAL 5                    9.000,00
         
6. DESPESAS OPERACIONAIS ADMINISTRATIVAS
RESSARCIMENTO UFC        
D.O.A. FUNDAÇÃO                  15.000,00
TOTAL 6                  15.000,00
         
DESPESAS TOTAL                294.052,80
         
RECEITAS
ORIGEM DOS RECURSOS UNIDADE QUANTIDADE  VALOR UNITARIO   VALOR TOTAL 
1. TED MINISTÉRIO DA SAÚDE  Verba 1      294.052,80          294.052,80
TOTAL         

*Obs.: incluir somente os elementos de despesas pertinentes ao projeto.

 

 

ANEXO 5 – CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO

 

 

1.  VALORES (em R$)

 

CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO DO PROJETO: 

Meta

MÊS 1

MÊS 3

MÊS 8

VALOR TOTAL: R$ 294.052,80

R$ 58.810,56

R$ 205.836,96

R$ 29.405,28

CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO FUNDAÇÃO DE APOIO:

 

Meta

MÊS 2

MÊS 3

MÊS 4

MÊS 5

MÊS 6

MÊS 7

MÊS 8

MÊS 9

VALOR TOTAL DOA: 15.000,00

R$ 1.875,00

R$ 1.875,00

R$1.875,00

R$ 1.875,00

R$ 1.875,00

R$ 1.875,00

R$ 1.875,00

R$ 1.875,00

 

 

 

ANEXO 6 – EQUIPE ENVOLVIDA NO PROJETO

 

 

1. RELAÇÃO DA EQUIPE ENVOLVIDA NO PROJETO (Art. 6º, § 1º, incisos III e IV c/c § 3º do Decreto nº 7.423/2010)

 

Nome

CPF

SIAPE

Vinculação

Endereço

CEP

Município/UF

Telefone

E-mail

Função no Projeto

Carga Horária

Valor Hora (R$)

Valor Total (R$)

Periodicidade do Pgto

Duração (meses)

*Metas / Atividades

Ana Kelve de Castro Damasceno

71653783320

2493426

DENF/UFC

Rua Solon Pinheiro 1440. Apto 1904

60050041

Fortaleza/Ceará

85-985628563

anakelve@hotmail.com

Coordenadora, professora, preceptora e orientador de TCC

30h/mensal

66,67

30.000,00

mensal

15

-Coordenar toda a parte pedagógica do curso;
-Ministrar aulas em disciplinas teóricas;
-Realizar atividade de preceptoria nos campos de estágio;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

2

Cinthia Maria Gomes Escoto Esteche

89136039500

13077546

MEAC/UFC

Rua Gilberto Camara 651

60320280

Fortaleza/Ceará

85-988057719

cinthiaesteche@gmail.com

Vice-Coordenadora, professora, preceptora e orientador de TCC

15h/mensal

46,66

21.000,00

mensal

15

-Atividades de vice coordenação;

-Ministrar aulas em disciplinas teóricas;
-Realizar atividade de preceptoria nos campos de estágio;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

 

3

Camila Teixeira Moreira Vasconcelos

85462055315

3498514

DENF/UFC

Rua Pereira de Miranda 1155

60175045

Fortaleza/Ceará

85-987160736

camilamoreiravasco@gmail.com

Professora e orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Ministrar aulas em disciplinas teóricas;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

4

Eveline Pinheiro Beserra

00733463304

2721681

DENF/UFC

         Travessa Elisiário Mendes150 apt 402C     

60830410

Fortaleza/Ceará

85-84133080

eve_pinheiro@yahoo.com.br

Orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Orientar trabalho de conclusão de curso.

5

Priscila de Souza Aquino

97372927315

 

DENF/UFC

 

 

Fortaleza/Ceará

 

 

Professora e orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Ministrar aulas em disciplinas teóricas;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

6

Monica Oliveira Batista Oria
 

61479241334

 

DENF/UFC

 

 

Fortaleza/Ceará

 

 

Professora e orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Ministrar aulas em disciplinas teóricas;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

7

Regia Christina Moura Barbosa

61356395368

3451509

DENF/UFC

Rua Sigefredo Pinheiro 545. Apto 1603

60430160

Fortaleza/Ceará

85-999587032

regiabarbosa@hotmail.com

Professora e orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Ministrar aulas em disciplinas teóricas;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

8

Marli Teresinha Gimeniz Galvao

08670191822

 

DENF/UFC

 

 

Fortaleza/Ceará

 

 

Professora e orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Ministrar aulas em disciplinas teóricas;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

9

Maria Vera Lucia Moreira Leitao Cardoso

37746111300

 

DENF/UFC

 

 

Fortaleza/Ceará

 

 

Professora e orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Ministrar aulas em disciplinas teóricas;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

10

Nirla Gomes Guedes

91803268387

 

DENF/UFC

 

 

Fortaleza/Ceará

 

 

Professora e orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Ministrar aulas em disciplinas teóricas;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

11

Liana Mara Rocha Teles

00698432363

 

DENF/UFC

Rua Marechal Deodoro 55. Bloco A Apto 301

60020-060

Fortaleza/Ceará

(85)98690.5839

lianateles@ufc.br

Professora e orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Ministrar aulas em disciplinas teóricas;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

12

Paula Sacha Frota

01328144399

2650163

DENF/UFC

Rua Ana Lúcia Dias 282.

 

Fortaleza/Ceará

85-999625489

sashanogueiraufc@gamil.com

Professora e orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Ministrar aulas em disciplinas teóricas;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

13

Mariana Luisa Veras Firmiano

92240351378

18793738

MEAC/UFC

Rua Bonfim Sobrinho 540.Apto 1801 A

60004-500

Fortaleza/Ceará

85-999433750

marian-luisa@hotmail.com

Professora e orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Ministrar aulas em disciplinas teóricas;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

14

Karla de Abreu Peixoto Moreira

75477912391

1423558

MEAC/UFC

Coronel Manuel Jesuíno. 945

60175270

Fortaleza/Ceará

81999279800

 karladeabreu@yahoo.com.br

Professora, preceptora e orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Ministrar aulas em disciplinas teóricas;
-Realizar atividade de preceptoria nos campos de estágio;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

15

Ineida Maria Coelho Sales

44885482372

14101997

MEAC/UFC

Rua Ana Bilhar 1441 Meireles

60160110

Fortaleza/Ceará

85-996961974

ineidacs@hotmail.com

Preceptora e orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Ministrar aulas em disciplinas teóricas;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

16

Marta Maria Soares Herculano

51137453320

12088773

MEAC/UFC

Rua Ministro Joaquim Bastos 471

60.415-040

Fortaleza/Ceará

85-999922196

martaherculano@hotmail.com

Preceptora e orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Realizar atividade de preceptoria nos campos de estágio;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

17

Angêla Maria Silva e Souza

34822712320

1286958

DENF/UFC

Rua Ministro Joaquim Bastos 297

60415040

Fortaleza/Ceará

8599846890

amasplus@yahoo.com.br

Professora e orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Ministrar aulas em disciplinas teóricas;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

18

Paula Renata Amorim Lessa Soares

00665639333

 

DENF/UFC

 

 

Fortaleza/Ceará

 

 

Professora e orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Ministrar aulas em disciplinas teóricas;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

19

Livia de Paulo Pereira

63371570363

 

MEAC/UFC

 

 

Fortaleza/Ceará

 

 

Preceptora e orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Realizar atividade de preceptoria nos campos de estágio;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

20

Maria Roselise Bezerra Saraiva

45803544353

 

MEAC/UFC

Rua Doutor Gilberto Studart 1949

60192115

Fortaleza/Ceará

85999711754

roselisesaraiva@gmail.com

Preceptora e orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Realizar atividade de preceptoria nos campos de estágio;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

21

Samila Gomes Ribeiro

99930587349

 

DENF/UFC

 

 

Fortaleza/Ceará

 

 

Orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Orientar trabalho de conclusão de curso.

22

Ana karina Bezerra Pinheiro

43462162349

 

DENF/UFC

Rua Vicente Linhares 1570

60135270

Fortaleza/Ceará

85-988427144

 CEEO.REDECEGONHA2017@GMAIL.COM

Orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Orientar trabalho de conclusão de curso.

23

Michell Angelo Marques Araujo

80942717368

 

DENF/UFC

Rua Alberto Feitosa Lima 107.

60810018

Fortaleza/Ceará

85-88746585

micenf@yahoo.com.br

Professor e orientador de TCC

 

 

 

mensal

15

-Ministrar aulas em disciplinas teóricas;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

24

Tatiane da Silva Coelho

03297880350

2174457

MEAC/EBSERH

Rua Professor Manoel Lourenço 95. Apto 702 A

60510-107

Fortaleza/Ceará

(86) 994373456

tatiane25coelho@gmail.com

Professora, preceptora e orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Vice-coordenação do curso

-Ministrar aulas em disciplinas teóricas;
-Realizar atividade de preceptoria nos campos de estágio;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

25

Cristiana Brasil de Almeida Rebouças

627375463-20

 

DENF/UFC

 

 

Fortaleza/Ceará

 

cristianareboucas@yahoo.com.br

Professora e orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Ministrar aulas em disciplinas teóricas;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

26

Fabiane do Amaral Gubert

97114928068

 

DENF/UFC

 

 

Fortaleza/Ceará

 

fabianegubert@hotmail.com

Orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Orientar trabalho de conclusão de curso.

27

Mariana Cavalcante Martins

00251141314

 

DENF/UFC

 

 

Fortaleza/Ceará

 

marianaenfermagem@hotmail.com

Professora e orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Ministrar aulas em disciplinas teóricas;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

28

Jamile Lopes de Souza

01232383317

 

MEAC/EBSERH

 

 

Fortaleza/Ceará

 

 

Preceptora e orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Realizar atividade de preceptoria nos campos de estágio;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

29

Maria de Fátima Gomes Lima

15484050359

 

Gonzaguinha de Messejana

Avenida Engenheiro Leal Lima Verde, 2505

60830055

Fortaleza/Ceará

 

 

Preceptora 

 

 

 

mensal

15

-Realizar atividade de preceptoria nos campos de estágio;
 

30

Janaina da Silva Feitoza Palácio

88582795300

 

Hapivida

 

 

Fortaleza/Ceará

 

 

Preceptora 

 

 

 

mensal

15

-Realizar atividade de preceptoria nos campos de estágio;
 

31

Mirla Marques Soares Carvalho

63829401353

 

Sem vínculo

Rua 10, 321 - Bairro: Vila Velha

60347720

Fortaleza/Ceará

85-988871049

 

Preceptora 

 

 

 

mensal

15

-Realizar atividade de preceptoria nos campos de estágio;
 

32

Ana Maria Martins

83181326372

 

Fatene/Hapivida

 

 

Fortaleza/Ceará

 

 

Preceptora e orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Realizar atividade de preceptoria nos campos de estágio;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

33

Laura Pinto Torres de Melo

03099674303

 

MEAC/EBSERH

Rua Torres Câmara 891. Apto 1301

60150060

Fortaleza/Ceará

85-996751057

lauraptmelo@gmail.com

Aula teórica; Orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Ministrar aulas em disciplinas teóricas;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

34

Cláudia Rejane Pinheiro Maciel Vidal

38555867304

 

MEAC/UFC

 

 

Fortaleza/Ceará

 

 

Preceptora

 

 

 

mensal

15

-Realizar atividade de preceptoria nos campos de estágio;
 

35

Patrícia Neiva da Costa pinheiro

48524344334

 

DENF/UFC

 

 

Fortaleza/Ceará

 

 

Orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Orientar trabalho de conclusão de curso.

36

Linicarla Fabiole de Souza Gomes

85554170315

 

MEAC/UFC

 

 

Fortaleza/Ceará

 

 

Preceptora e orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Realizar atividade de preceptoria nos campos de estágio;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

37

Márcia Maria Coelho

23187905315

 

DENF/UFC

 

 

Fortaleza/Ceará

 

 

Orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Orientar trabalho de conclusão de curso.

38

Lorena Galdino de Farias

05398862383

 

Sem vínculo

 

 

Fortaleza/Ceará

 

 

Preceptora 

 

 

 

mensal

15

-Realizar atividade de preceptoria nos campos de estágio;

39

Cistina poliana Rolim saraiva dos Santos

73791067320

 

MEAC/UFC

 

 

Fortaleza/Ceará

 

 

Preceptora

 

 

 

mensal

15

-Realizar atividade de preceptoria nos campos de estágio;
 

40

Elaine Meireles Castro Maia

64720306349

 

MEAC/UFC

 

 

Fortaleza/Ceará

 

 

Preceptora e orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Realizar atividade de preceptoria nos campos de estágio;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

41

Maryann Cirino Rocha Lima

46373853349

 

Gonzaguinha de Messejana

Rua Eufrásio Feitosa, 15

60810710

Fortaleza/Ceará

 

 

Preceptora 

 

 

 

mensal

15

-Realizar atividade de preceptoria nos campos de estágio;
 

42

Lílian Soares de Holanda

549694844368

 

MEAC/UFC

Rua Joaquim Lima, 1001. apto 1203

60175055

Fortaleza/Ceará

 

 

Preceptora 

 

 

 

mensal

15

-Realizar atividade de preceptoria nos campos de estágio;
 

43

Vera Lúcia Oliveira veras

38180227391

 

Hospital da Mulher de Maracanaú

 

 

Maracanaú/Ceará

 

 

Preceptora

 

 

 

mensal

15
 

44

Ruanna Lorna Vieira Fernandes

02706745355

 

Escola de saúde pública

Rua Olegário Memória, 3838

60.833-045

Fortaleza/Ceará

85-998574098

 

Preceptora

 

 

 

mensal

15

-Realizar atividade de preceptoria nos campos de estágio;
 

45

Raquel de Serpa Torres Martins

03539378359

 

Hospital São Camilo

Rua Ataulfo Alves, 511

60821460

Fortaleza/Ceará

 

 

Preceptora

 

 

l

mensal


15

46

Regina Cláudia correia Benício

19002858353

 

MEAC/EBSERH

Rua Dom Quintino, 300

60310520

Fortaleza/Ceará

85-999531618

reginabenicio4@gmail.com

Preceptora

 

 

 

mensal

15

-Realizar atividade de preceptoria nos campos de estágio;

47

Clara Anísia Diniz

03552392300

 

MEAC/EBSERH

 

 

Fortaleza/Ceará

 

 

Preceptora

 

 

mensal

15

-Realizar atividade de preceptoria nos campos de estágio;
 

48

Guilherme Frederico Abdul Nour

02778644377

 

MEAC/EBSERH

 

 

Fortaleza/Ceará

 

 

Preceptora 

 

 

 

mensal

15

-Realizar atividade de preceptoria nos campos de estágio;
 

49

Maria José Carneiro

28473434315

 

MEAC/UFC

Rua Ildefonso Albano 2021. Apto 704

60115000

Fortaleza/Ceará

85999536398

MAZECARNEIRO@HOTMAIL.COM

Preceptora 

 

 

 

mensal

15

-Realizar atividade de preceptoria nos campos de estágio;
 

50

Leíce Peixoto Borborema

84729740491

 

CEDEFAM/UFC

 

 

Fortaleza/Ceará

 

 

Preceptora

 

 

mensal

15

-Realizar atividade de preceptoria nos campos de estágio;
 

51

Daianny Cristina de Almeida Silva

04778139330

 

sem vínculo

 

 

Fortaleza/Ceará

 

 

Preceptora 

 

 

mensal

15

 

-Ministrar aulas em disciplinas teóricas;
-Realizar atividade de preceptoria nos campos de estágio;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

52

Rafaela de Oliveira Mota

02112553356

 

sem vínculo

 

 

Fortaleza/Ceará

 

 

Preceptora

 

 

mensal

15


-Realizar atividade de preceptoria nos campos de estágio;
 

53

Maria Evilene Macena de Almeida

06052286356

 

sem vínculo

 

 

Fortaleza/Ceará

 

 

Preceptora

 

 

 

mensal

15

-Realizar atividade de preceptoria nos campos de estágio;
 

54

Lorena Pinheiro Barbosa

46233504368

 

DENF/UFC

Avenida Odilon Guimarães, 2249

60831295

Fortaleza/Ceará

 

 

orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15

-Orientar trabalho de conclusão de curso.

55

Regina Cláudia Melo Dodt

24507482372

 

DENF/UFC

 

 

Fortaleza/Ceará

 

 

Preceptora e orientadora de TCC

 

 

 

mensal

15


-Realizar atividade de preceptoria nos campos de estágio;
-Orientar trabalho de conclusão de curso.

56

Francisca Elizângela Teixeira Lima

75560763349

 

DENF/UFC

 

 

Fortaleza/Ceará

 

 

Professora  e orientadora de TCC

 

 

 

 

 

 

57

Ana Paula de Melo Façanha

54966868300

 

MEAC/UFC

 

 

Fortaleza/Ceará

 

 

Professora, preceptora e orientadora de TCC

 

 

 

 

 

 

 

Keline Soraya

Santana Nobre

40065499387

 

MEAC/UFC

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Relacionar a Equipe Técnica constituída;

**Observar carga horária e valores máximos permitidos;

***Relacionar cada participante às metas e/ou atividades apresentadas no cronograma de execução.

Obs.: É obrigatório identificar quais participantes são funcionários públicos, bem como observar toda a legislação específica quanto à concessão de bolsas ou qualquer vantagem pecuniária ao servidor.

 

 

ANEXO 7 – PROJETO BÁSICO 

 

 

 

 

 

[Colocar Local], 19 de outubro de 2021

 

 

Profª Ana Kelve de Castro Damasceno

Coordenadora do Projeto

 

 

Formulário elaborado conforme:

 

LEI Nº 8.666, DE 21 DE JUNHO DE 1993

 

"Art. 116.  Aplicam-se as disposições desta Lei, no que couber, aos convênios, acordos, ajustes e outros instrumentos congêneres celebrados por órgãos e entidades da Administração.

§ 1o  A celebração de convênio, acordo ou ajuste pelos órgãos ou entidades da Administração Pública depende de prévia aprovação de competente plano de trabalho proposto pela organização interessada, o qual deverá conter, no mínimo, as seguintes informações:

I - identificação do objeto a ser executado;

II - metas a serem atingidas;

III - etapas ou fases de execução;

IV - plano de aplicação dos recursos financeiros;

V - cronograma de desembolso;

VI - previsão de início e fim da execução do objeto, bem assim da conclusão das etapas ou fases programadas;

VII - se o ajuste compreender obra ou serviço de engenharia, comprovação de que os recursos próprios para complementar a execução do objeto estão devidamente assegurados, salvo se o custo total do empreendimento recair sobre a entidade ou órgão descentralizador".

 

DECRETO Nº 7.423, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2010

 

"Art. 6º  O relacionamento entre a instituição apoiada e a fundação de apoio, especialmente no que diz respeito aos projetos específicos deve estar disciplinado em norma própria, aprovada pelo órgão colegiado superior da instituição apoiada, observado o disposto na Lei nº 8.958, de 1994, e neste Decreto.

§ 1º  Os projetos desenvolvidos com a participação das fundações de apoio devem ser baseados em plano de trabalho, no qual sejam precisamente definidos:

I - objeto, projeto básico, prazo de execução limitado no tempo, bem como os resultados esperados, metas e respectivos indicadores;

II - os recursos da instituição apoiada envolvidos, com os ressarcimentos pertinentes, nos termos do art. 6º da Lei nº 8.958, de 1994;

III - os participantes vinculados à instituição apoiada e autorizados a participar do projeto, na forma das normas próprias da referida instituição, identificados por seus registros funcionais, na hipótese de docentes ou servidores técnico-administrativos, observadas as disposições deste artigo, sendo informados os valores das bolsas a serem concedidas; e

IV - pagamentos previstos a pessoas físicas e jurídicas, por prestação de serviços, devidamente identificados pelos números de CPF ou CNPJ, conforme o caso.

§ 2º  Os projetos devem ser obrigatoriamente aprovados pelos órgãos colegiados acadêmicos competentes da instituição apoiada, segundo as mesmas regras e critérios aplicáveis aos projetos institucionais da instituição.

§ 3o  Os projetos devem ser realizados por no mínimo dois terços de pessoas vinculadas à instituição apoiada, incluindo docentes, servidores técnico-administrativos, estudantes regulares, pesquisadores de pós-doutorado e bolsistas com vínculo formal a programas de pesquisa da instituição apoiada.

§ 4o  Em casos devidamente justificados e aprovados pelo órgão colegiado superior da instituição apoiada poderão ser realizados projetos com a colaboração das fundações de apoio, com participação de pessoas vinculadas à instituição apoiada, em proporção inferior à prevista no § 3o, observado o mínimo de um terço.

§ 5o  Em casos devidamente justificados e aprovados pelo órgão colegiado superior da instituição apoiada, poderão ser admitidos projetos com participação de pessoas vinculadas à instituição apoiada em proporção inferior a um terço, desde que não ultrapassem o limite de dez por cento do número total de projetos realizados em colaboração com as fundações de apoio.

§ 6o  Para o cálculo da proporção referida no § 3o, não se incluem os participantes externos vinculados a empresa contratada.

§ 7o  Em todos os projetos deve ser incentivada a participação de estudantes.

§ 8o  A participação de estudantes em projetos institucionais de prestação de serviços, quando tal prestação for admitida como modalidade de extensão, nos termos da normatização própria da instituição apoiada, deverá observar a Lei no 11.788, de 25 de setembro de 2008.

§ 9o  A participação de docentes e servidores técnico-administrativos nos projetos de que trata o § 1o deste artigo deve atender a legislação prevista para o corpo docente e servidores técnico-administrativos da instituição apoiada, além das disposições específicas, na forma dos §§ 3o, 4o, 5o e 6o.

§ 10.  No caso de projetos desenvolvidos em conjunto por mais de uma instituição, o percentual referido no § 3o poderá ser alcançado por meio da soma da participação de pessoas vinculadas às instituições envolvidas.

§ 11.  No âmbito dos projetos de que trata o § 1o deste artigo, a instituição apoiada deve normatizar e fiscalizar a composição das equipes dos projetos, observadas as disposições do Decreto no 7.203 de 04 de junho de 2010.

§ 12.  É vedada a realização de projetos baseados em prestação de serviço de duração indeterminada, bem como aqueles que, pela não fixação prazo de finalização ou pela reapresentação reiterada, assim se configurem.

§ 13.  Deve haver incorporação, à conta de recursos próprios da instituição apoiada, de parcela dos ganhos econômicos decorrentes dos projetos de que trata o § 1o, observada a legislação orçamentária".

Modelos de Memória de Cálculo Detalhada

*Os modelos também podem ser utilizados para outras naturezas de despesas.


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Documento assinado eletronicamente por ANA KELVE DE CASTRO DAMASCENO, Professor do Magistério Superior, em 19/10/2021, às 09:27, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015.


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Referência: Processo nº 23067.047504/2021-57 SEI nº 2418529

Criado por anakelve, versão 2 por anakelve em 19/10/2021 09:26:35.